Futebol

Ex-CSA é preso em Pernambuco por roubo de celulares

06/08/18 - 09h44 - Atualizado em 06/08/18 - 10h12
Reprodução / Polícia Civil PE

O ex-jogador do CSA, Everton Heleno dos Santos, de 27 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira, 06, no bairro de São José, na cidade de Recife, suspeito de envolvimento com roubo de celulares na capital de Pernambuco e região metropolitana.

A prisão preventiva foi efetuada em cumprimento a mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Camaragibe.

De acordo com o coronel Tibério Noronha, comandante do Batalhão de Choque de Pernambuco, o mandado foi expedido no último dia 31 de julho e Everton foi preso após investigações sobre o local onde seria encontrado.

O jogador foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Camaragibe onde deve ser autuado e aguarda a chegada de possíveis vítimas para fazer o reconhecimento. Após os procedimentos, ele deve ser conduzido a uma penitenciária do estado.

Histórico no futebol

Everton Heleno joga na posição de volante. Ele participou do Campeonato Alagoano de 2016 pelo ASA, de Arapiraca, e depois reforçou o CSA na Série D, no mesmo ano, quando foi vice-campeão brasileiro, vitória que levou o time à Série C.

Seu contrato foi renovado em 2017 para o Campeonato Alagoano, quando foi o artilheiro e eleito o craque da disputa. No fim do torneio, Everton deixou o time e ingressou no Atlético-GO, na série A do Brasileirão.

O volante acabou não se firmando no time goiano e passou a integrar a equipe do Botafogo em 2018. No entanto, ele foi dispensado da equipe paulista por problemas disciplinares, no mês de junho.

“Após a vitória contra o Ypiranga, nós tivemos um problema comportamental com alguns atletas. Após o nosso retorno, nós procuramos apurar devidamente e individualmente quais foram os problemas. Tivemos uma conversa com alguns atletas e após esta conversa, nós tomamos a decisão em conjunto de fazer a rescisão dos contratos do Jheimy, Everton Heleno e Guilherme Garré”, afirmou o executivo de futebol do Botafogo, Léo Franco, na ocasião.