Jovem morre ao ficar presa em máquina de lavanderia industrial na Espanha

Publicado em 03/08/2026, às 08h27
Pexels
Pexels

Por Folhapress

Uma funcionária de 22 anos morreu após ficar presa em uma máquina de lavanderia industrial em Yeles, Toledo, em um acidente ocorrido na manhã de sábado, levantando preocupações sobre a segurança no trabalho na região.

O resgate foi complicado devido à localização do corpo na máquina, e a morte foi confirmada por um médico no local, enquanto as circunstâncias do acidente estão sendo investigadas.

O Sindicato União Geral dos Trabalhadores de Castilla-La Mancha pediu uma investigação aprofundada e maior fiscalização das normas de segurança, destacando que 20 mortes no trabalho foram registradas na comunidade entre janeiro e maio deste ano.

Resumo gerado por IA

Uma funcionária de 22 anos morreu após ficar presa em uma máquina de uma lavanderia industrial em Yeles, na província de Toledo, na Espanha.

O acidente ocorreu na manhã de sábado, por volta de 7h25 (do horário local), em uma empresa no Camino Canteras. De acordo a imprensa local, que cita o serviço de emergências de Castilla-La Mancha como fonte, a jovem ficou presa no equipamento e morreu no local.

O resgate foi dificultado porque o corpo ficou em uma área de difícil acesso dentro da máquina. Bombeiros da base provincial de Illescas atuaram na remoção, com apoio da Guarda Civil e de equipes médicas, incluindo uma UTI móvel.

O médico enviado ao endereço só pôde confirmar a morte da funcionária por causa da gravidade das lesões. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas, incluindo como ela caiu no equipamento.

O Sindicato União Geral dos Trabalhadores de Castilla-La Mancha disse que o caso volta a expor o problema de acidentes de trabalho na região. A entidade pediu uma maior inspeção do trabalho para monitorar o cumprimento das normas de prevenção. "Exigimos que as causas deste trágico acidente sejam investigadas e esclarecidas", acrescentou.

Dados oficiais do Ministério do Trabalho apontam 20 mortes no trabalho na comunidade entre janeiro e maio. O sindicato afirma que o número ainda não inclui as vítimas dos meses de verão e alerta para um cenário pior em 2026.

Gostou? Compartilhe