Durante a sanção do novo Plano Nacional de Educação, o presidente Lula criticou as escolas cívico-militares, afirmando que o Brasil não precisa desse modelo de ensino, destacando a importância de uma educação pública e gratuita.
O novo PNE apresenta 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias, refletindo uma abordagem inovadora para a educação brasileira, que, segundo Lula, deve priorizar a formação acadêmica em vez de militar.
Lula enfatizou que a formação militar deve ocorrer em momento apropriado, garantindo que todos os jovens tenham acesso à mesma educação básica, conforme as diretrizes do Ministério da Educação.
Durante evento para sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou as escolas cívico-militares e disse que o país não precisa do modelo de ensino promovido por elas. A declaração foi dada nessa terça-feira, 14, durante o lançamento do planejamento estratégico para a educação brasileira nos próximos 10 anos.
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“Vocês conseguiram fazer um Plano Nacional de Educação com 19 objetivos, com oito temáticas, com 73 metas, com 372 estratégias e muitas inovações. Pois bem, isso aqui é um retrato do que nós conseguimos fazer, não contra, mas para mostrar que o Brasil não precisa, na sua educação pública e gratuita, de uma escola cívico-militar”, disse o presidente.
Lula ainda ponderou que a formação militar não pode substituir a educação básica. Para ele, jovens que desejarem seguir carreira nas Forças Armadas terão sua preparação no momento adequado.
“Enquanto eles quiserem estudar, eles têm que estudar a mesma coisa que estudam 220 milhões de brasileiros sob a orientação do Ministério da Educação”, completou.
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