O Mar Negro, localizado na fronteira entre a Europa e a Ásia, apresentou uma impressionante coloração turquesa devido ao florescimento de fitoplâncton, fenômeno registrado por um sistema da NASA em 22 de maio de 2026.
A cor vibrante é atribuída aos cocolitóforos, que predominam na primavera e no verão, enquanto em outras épocas do ano, as diatomáceas podem escurecer as águas.
Além do Mar Negro, o estreito do Bósforo também exibiu a mesma coloração, sendo fotografado por um astronauta da Estação Espacial Internacional em 27 de maio de 2026, evidenciando a dinâmica das correntes marinhas na região.
O Mar Negro situa-se na fronteira entre a Europa e a Ásia e liga-se ao Mar Mediterrâneo através de uma cadeia de canais. A sua superfície costuma parecer escura, mas a cada primavera e verão transforma-se numa impressionante extensão de águas turquesa vibrantes.
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A cor turquesa provavelmente é causada por cocolitóforos, um tipo de fitoplâncton coberto por placas de carbonato de cálcio que podem dar às águas superficiais uma aparência azul-leitosa.
Um sistema da Nasa captou uma imagem do fenômeno na última segunda-feira (22). Veja abaixo:

Esses tipos de fitoplâncton tendem a predominar no final da primavera e início do verão. Em outras épocas do ano, as diatomáceas — um tipo de alga microscópica com carapaças de sílica — podem se tornar mais prevalentes e tendem a escurecer a água em vez de clareá-la.
O Bósforo, o estreito que atravessa Istambul e liga o Mar Negro ao Mar de Mármara, também ficou turquesa.
Um astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional fotografou o estreito em 27 de maio de 2026, capturando o florescimento do fitoplâncton enquanto este seguia as correntes em ambos os lados do canal.
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