Menina de 8 anos viraliza ao falar sobre morte da mãe em entrevista ao vivo

Publicado em 18/07/2026, às 15h49
Menina de 8 anos viraliza ao falar sobre morte da mãe em entrevista ao vivo - Reprodução / TV Globo
Menina de 8 anos viraliza ao falar sobre morte da mãe em entrevista ao vivo - Reprodução / TV Globo

Por Isabela Faggiani / Folhapress

Antonela, uma menina de 8 anos, emocionou o público ao compartilhar sua experiência sobre a perda da mãe durante uma entrevista ao vivo, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais.

Durante a cobertura da festa de Nossa Senhora do Carmo, a menina expressou sua dor de forma sensível, revelando que sente saudades da mãe e que a apoia através da oração, destacando a maturidade em seu relato.

A repórter Bianka Carvalho, tocada pelas palavras de Antonela, a abraçou e a incentivou a lidar com o bullying que sofreu na escola, reforçando a importância do apoio familiar e da resiliência emocional.

Resumo gerado por IA

A menina Antonela, de 8 anos, emocionou a internet ao falar sobre a morte de sua mãe em entrevista ao jornal NE1, da Globo. O vídeo da garota contando sua história ao vivo para a repórter Bianka Carvalho foi ao ar nesta quinta (16) e logo viralizou nas redes sociais.

A matéria divulgava a festa de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Recife. Durante a reportagem, a jornalista abordou Antonela e perguntou sobre sua devoção à santa. A garota disse que pede à santa que cuide de sua mãe, que morreu recentemente. O relato chamou a atenção pelo modo sensível e maduro em que ela descreveu sua dor.

"Fiz 8 anos e não vi minha mãezinha porque minha mãezinha está no céu. A minha família me apoia, mas ainda sinto saudades da minha mãe. [...] Eu queria dar um abraço nela, eu queria falar com ela, mas eu não consigo. Eu consigo orar, eu consigo falar com ela orando", disse a menina.

Ao ouvir as palavras da menina, a repórter a abraçou e elogiou a força e a coragem de Antonela. A garota contou ainda que já sofreu bullying na escola por causa da morte de sua mãe. Bianka a aconselhou a não revidar os ataques de outras crianças.

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