Ministros do TSE se reúnem para avaliar os impactos da decisão do ministro Cristiano Zanin, que estendeu a votação até as 19h, gerando preocupação sobre a execução da ordem nas seções eleitorais.
A decisão foi anunciada muito próximo do horário original de encerramento, resultando no fechamento de várias seções às 17h, sem que houvesse um comunicado oficial sobre a prorrogação.
O TSE suspendeu a totalização dos votos, que estava em 0,25% das urnas apuradas, temendo que a prorrogação possa gerar questionamentos sobre a legitimidade dos resultados da eleição.
Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estão reunidos neste momento para discutir os efeitos da decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que prorrogou até as 19h a votação em todo o país.
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Segundo um interlocutor da cúpula do TSE, há um clima de preocupação com o fato de a decisão ter saído muito perto das 17h (horário original de encerramento), sem tempo hábil para que as seções eleitorais dessem cumprimento à ordem judicial.
Relatos feitos à Folha apontam que, sem um comunicado oficial sobre a decisão de prorrogação, dezenas de seções foram encerradas normalmente às 17h, com a impressão dos boletins de urna e saída dos mesários no horário habitual. Vários locais de votação já estão com as portas fechadas.
O temor é o de que a ordem judicial de prorrogação até as 19h abra margem para o questionamento dos resultados da eleição. O TSE informou que a totalização dos votos -que estava em 0,25% das urnas apuradas- foi interrompida após a decisão de Zanin.
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