Uma mulher de 33 anos encontrou uma câmera escondida em seu ventilador em Uberaba, levando a Polícia Militar a registrar o caso como 'registro não autorizado de intimidade sexual', com suspeitas recaindo sobre seu ex-marido de 44 anos, que não aceita o término do relacionamento.
A desconfiança da mulher aumentou após sua filha relatar que o pai assistia a imagens dela em casa, e ela já havia enfrentado comportamentos ciumentos e possessivos do ex-marido, além de episódios anteriores de violência doméstica.
Embora a polícia tenha realizado buscas, o suspeito não foi encontrado, e a vítima foi orientada a procurar a Delegacia de Atendimento à Mulher, onde já havia uma medida protetiva anterior que não está mais em vigor.
Uma mulher de 33 anos encontrou uma câmera escondida no ventilador do quarto, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, na noite de segunda-feira (13). A Polícia Militar (PM) foi chamada e registrou o caso no bairro Recreio dos Bandeirantes como “registro não autorizado de intimidade sexual”.
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A mulher disse à polícia que suspeita do ex-marido, de 44 anos, que não aceita o fim do relacionamento. Segundo ela, a desconfiança começou depois que uma filha do casal contou ter visto o pai assistindo, pelo celular, a imagens da mãe dentro de casa.
O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se o fato está sendo investigado e se o homem foi localizado para prestar depoimento, mas até o momento não tivemos retorno.
A vítima disse que retirou o equipamento e desligou os cabos para interromper a transmissão das imagens.
De acordo com o registro, a mulher afirmou que o relacionamento durou 18 anos e terminou há cerca de dois meses. Desde então, ela diz que o ex-marido passou a ter comportamento ciumento e possessivo.
A mulher contou que, após a filha dizer que o ex-marido assistia a imagens dela pelo celular, chegou do trabalho e percebeu sinais de alteração no suporte do ventilador de teto. Ao verificar o local, encontrou o dispositivo.
Ainda conforme a mulher, não é a primeira vez que o ex-marido instala dispositivos semelhantes na casa. Ela também relatou episódios anteriores de violência doméstica já registrados.
A vítima afirmou que já houve uma medida protetiva contra o homem, mas que ela não está mais em vigor.
Os policiais fizeram buscas, mas o suspeito não foi localizado. A vítima foi orientada a procurar a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam).
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