Sarah Bradley, de Somerset (Inglaterra), foi submetida a cirurgia para a retirada da massa de 4 cm de diâmetro
Após um acidente de carro em 2018, Sarah Bradley, de 39 anos, descobriu que suas dores no pescoço eram causadas por um tumor cerebral, e não por sequelas do acidente, o que gerou grande preocupação sobre sua saúde.
Um exame de ressonância magnética revelou um tumor ventrículo lateral direito de 4 cm, levando Sarah a um estado de choque, pois acreditava que tumores cerebrais eram incuráveis.
Após a cirurgia em novembro de 2024, foi diagnosticada com um subependimoma benigno, e em janeiro de 2026, recebeu a notícia de que não havia vestígios do tumor, com planos de acompanhamento para confirmar a remissão.
Em 2018, Sarah Bradley sofreu um acidente de carro. No episódio, a moradora de Somerset (Inglaterra) teve uma lesão cervical.
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A dor no pescoço piorou ao longo de cinco anos, provocando "dores de cabeça e tonturas frequentes", conforme a inglesa de 39 anos relatou à revista "People".
Sarah, que trabalhava como segurança, acreditava que o quadro fosse sequela do acidente. Ela procurou um médico.
Um exame de imagem, entretanto, mostrou algo completamente diferente: as dores e a tontura não eram sequelas do acidente. Sarah na verdade tinha um tumor cerebral.
Uma ressonância magnética em hospital de Bristol (Inglaterra) apontou que a inglesa tinha um tumor ventrículo lateral direito com 4 cm de diâmetro.
"No início, eu não conseguia acreditar no que estavam me dizendo. Sempre fui 'saudável', nunca tinha sequer passado uma noite em hospital", comentou ela.
Em conversa com a entidade Brain Tumour Research, Sarah desabafou:
"Meu primeiro pensamento foi: vou morrer."
Para a inglesa, tumores cerebrais não tinha cura, e ela entrou em pânico.
"Fiquei em choque por um bom tempo e acho que nunca consegui assimilar completamente", declarou.
No entanto, seu neurologista a tranquilizou.
Ela foi operada em novembro de 2024. A biópsia revelou que Sarah tinha um subependimoma, um tumor raro de grau um.
"Disseram-me que era um dos melhores tipos de tumor que se podia ter, e as palavras finais da minha equipe foram: 'Vá viver a sua vida'", relembrou ela no comunicado da organização sem fins lucrativos.
O subependimoma é um tumor raro e benigno do cérebro ou da medula espinhal que geralmente cresce lentamente e costuma ser descoberto acidentalmente em exames de imagem.
Recentemente, Sarah decidiu contou a sua história como um exemplo de superação e otimismo. A inglesa fez sua mais recente ressonância magnética de acompanhamento em novembro de 2025 e foi informada, em janeiro deste ano, que não havia vestígios do tumor. Ela agora fará mais um exame em novembro e, se o resultado for negativo, será decretada a remissão.
"Eu não diria que voltei a ser como era antes do diagnóstico, mas estou chegando lá", disse ela.
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