Novo tremor de terra de magnitude 3,1 é registrado no litoral do RJ

Publicado em 22/05/2026, às 15h41
Um novo tremor de terra de magnitude 3.1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro, a cerca de 100 quilômetros do município de Maricá - Reprodução
Um novo tremor de terra de magnitude 3.1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro, a cerca de 100 quilômetros do município de Maricá - Reprodução

Por g1

Um tremor de magnitude 3,1 foi registrado no mar próximo ao litoral de Maricá na manhã de sexta-feira, sendo o segundo abalo na região em menos de 24 horas, o que levanta preocupações sobre a atividade sísmica local.

Especialistas afirmam que tremores de baixa magnitude são comuns no Brasil, especialmente na costa sudeste, onde a atividade sísmica offshore é monitorada regularmente pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo.

Até o momento, não há relatos de danos ou moradores que tenham sentido os tremores, e as autoridades continuam a monitorar a situação para avaliar possíveis impactos futuros.

Resumo gerado por IA

Um novo tremor de terra de magnitude 3,1 foi registrado no mar, próximo ao litoral de Maricá, na manhã desta sexta-feira (22). O abalo aconteceu às 6h50, segundo medições da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR).

Esse é o segundo tremor registrado na mesma região em cerca de 24 horas. No fim da madrugada desta quinta (21), um tremor de magnitude 3,3 foi registrado no litoral da cidade.

Até a última atualização desta reportagem, não havia relatos de moradores que tivessem percebido o tremor.

O fenômeno foi captado por estações de monitoramento espalhadas pelo país e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo. O monitoramento da atividade sísmica é coordenado pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil.

Segundo especialistas, tremores de baixa magnitude como esses não são incomuns no Brasil, principalmente em áreas marítimas da região Sudeste.

Segundo o sismólogo Gilberto Leite, a costa do Sudeste concentra a principal faixa de atividade sísmica em alto-mar do país, onde pequenos terremotos são monitorados regularmente.

"A margem sudeste do Brasil, em particular, é considerada a principal zona sísmica offshore do país, onde pequenos terremotos ocorrem de forma relativamente frequente", explica.

Embora o Brasil esteja distante das zonas de encontro entre placas tectônicas — onde os grandes terremotos são mais comuns —, o país também registra abalos provocados pela acomodação de estruturas geológicas internas da crosta terrestre.

Outro abalo sísmico no Tocantins

Outro abalo sísmico, de magnitude 2,8, foi registrado em Gurupi (TO) à 0h42 desta quinta. Também não houve informação de que o tremor tenha sido sentido pela população.

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