A campanha eleitoral propriamente dita só começa com o registro ds candidatos nas cinvenções partidárias, que em 2026 é entre 20 de julho e 5 de agosto.
LEIA TAMBÉM
Só que este ano a chamada pré-campanha em Alagoas começou de fato em 4 de abril, quando os principais concorrentes ao governo do Estado se desincompatibilizaram dos seus respectivos cargos para poderem legalmente disputar o pleito.
João Henrique Caldas trocou o PL pelo PSDB e renunciou à Prefeitura de Maceió, enquanto Renan Calheiros Filho (MDB) pediu exoneração do Ministério dos Transportes e reassumiu o mandato de senador.
A partir de então Alagoas passou a viver uma situação de campanha antecipada, com os candidatos fazendo tudo o que normalmente fariam após a aprovação dos nomes na convenção.
Inclusive a liberação de dinheiro para fechar acordos com os apoiadores ou até, em determinados casos, comprar o apoio de quem já estava fechado com o concorrente.
Essa briga pelo voto diminuiu consideravelmente de uns dias para cá, pois o dinheiro praticamente sumiu do mercado eleitoral - não porque esteja faltando, mas por estar guardado para ser despejado em momento mais oportuno.
"Dinheiro existe, e muito, dos dois lados. Mas o derrame está reservado para a reta final da campanha, às vésperas da eleição", garante um experiente político que já esteve na linha de frente de diversass campanhas eleitorais no Estado.
LEIA MAIS
+Lidas