"Estou estudando a possibilidade de, chegado o momento fixado pela lei, me lançar na disputa pelo emprego mais difícil e complexo do nosso país”.
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Foi dessa forma que o advogado Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, se manifestou em publicação nas suas redes sociais, sobre a hipótese de ser o candidato a presidente da República pelo partido Democracia Cristã.
Uma postura de indefinição, apesar de estarmos apenas a três meses e meio da eleição, o que causa estranheza na decisão do ex-deputado alagoano João Caldas, presidente nacional do DC, de lançar Barbosa como substituto do também alagoano Aldo Rebelo, ex-presidente da Câmara dos Deputados.
Há poucos dias, quando consolidou a substituição, João Caldas se justificou alegando que Aldo Rebelo não conseguira decolar nas pesquisas de opinião.
Como Joaquim Barbosa até agora registra apenas 1% das intenções de voto no primeiro turno, verifica-se que Caldas simplesmente trocou seis por meia dúzia.
Convém registrar que por conta do imbroglio Aldo Rebelo foi expulso do DC, recorreu à justiça, ganhou a questão e foi reintegrado ao partido.
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