O que se sabe sobre o assassinato de dançarino um dia após festa no Sertão alagoano

Publicado em 09/09/2026, às 10h34
Divulgação
Divulgação

Por Redação

O dançarino Roberto Soares da Silva, conhecido como 'Betinho', foi assassinado a tiros em sua casa em Senador Rui Palmeira, Alagoas, após um desentendimento em uma festa, levantando preocupações sobre a segurança na região.

As investigações iniciais indicam que Betinho teve uma briga com um homem durante uma festa, e o autor do crime arrombou sua casa para cometer o homicídio, disparando cinco vezes antes de fugir.

A Polícia Civil está em busca do autor do crime e solicita que qualquer informação seja reportada ao Disque-Denúncia, garantindo anonimato aos denunciantes enquanto as diligências continuam.

Resumo gerado por IA

O dançarino Roberto Soares da Silva, conhecido como "Betinho", de 27 anos, foi assassinado a tiros dentro da própria residência no município de Senador Rui Palmeira, a 236 quilômetros de Maceió, no último domingo (6). Três dias já se passaram e a Polícia Civil ainda busca esclarecer a autoria, a motivação e a dinâmica do homicídio. 

As investigações iniciais mostraram que:

  • Betinho era dançarino e integrava a banda Fanfarra, conhecida na região por misturar músicas e coreografias;
  • No sábado (5), um dia antes do assassinato, Betinho se desentendeu fisicamente com outro homem durante uma festa no Povoado Macena, em São José da Tapera, também no Sertão alagoano;
  • Após o evento festivo, o dançarino seguiu tranquilamente para a casa, em Senador Rui Palmeira, onde horas depois seria surpreendido pelo desafeto;
  • O autor do homicídio chegou ao local em uma motocicleta e arrombou a porta da casa de Betinho, para executá-lo com cinco disparos. Depois dos tiros, ele fugiu;
  • A Polícia Civil segue realizando diligências para identificar o assassino do dançarino e saber se ele é a mesma pessoa com quem Betinho havia brigado na noite anterior.

Quem tiver informações sobre o crime pode entrar em contato com o Disque-Denúncia, de número 181, da Polícia Civil. O anonimato é garantido ao denunciante.

Gostou? Compartilhe