PF deflagra operação contra cultivo ilícito de maconha em Alagoas, Bahia e Sergipe

Publicado em 18/08/2026, às 17h25
PF deflagra operação contra cultivo ilícito de maconha em Alagoas, Bahia e Sergipe - Divulgação / PF
PF deflagra operação contra cultivo ilícito de maconha em Alagoas, Bahia e Sergipe - Divulgação / PF

Por Ascom PF

A Polícia Federal iniciou a Operação Colheita Proibida para desmantelar uma organização criminosa dedicada ao cultivo e distribuição de maconha, com apoio de diversas unidades policiais. A operação resultou na erradicação de plantações ilícitas em dois estados e revela a extensão da atuação do grupo em várias regiões do Nordeste e Minas Gerais.

Duas plantações foram identificadas e erradicadas, uma na Paraíba e outra em Pernambuco, com indícios de que a organização opera em outros estados. A operação também resultou na emissão de mandados de prisão e busca em três estados, além de bloqueios financeiros significativos.

Foram cumpridos 13 mandados de prisão e 12 de busca, com o sequestro de imóveis e bloqueio de contas que podem totalizar até R$ 50 milhões. Os envolvidos enfrentam acusações graves, incluindo organização criminosa e tráfico de drogas.

Resumo gerado por IA

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (18/8), a Operação Colheita Proibida, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em cultivo ilícito de maconha, bem como beneficiamento, transporte e distribuição interestadual da droga. A ação teve o apoio da CIPE-Caatinga/BA, da CIPE-Sudoeste/BA, do CPR-L/BA, do BEPI/PE, da COPES-Caatinga/AL e da 1ª CIPM Belém do São Francisco.

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Foram identificadas duas plantações ilícitas e, posteriormente, erradicadas: uma localizada em Caraúbas/PB, em fevereiro de 2026, e outra em Águas Belas/PE, no mês de maio. Os elementos colhidos indicam, ainda, que a estrutura investigada possui atuação em outros estados do Nordeste e em Minas Gerais.

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São cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão nos estados da Bahia, de Pernambuco e de Alagoas, deferidos pela 1ª Vara Criminal de Juazeiro/BA. Foram deferidos, ainda, o sequestro de cinco imóveis e o bloqueio de até R$ 50 milhões em contas ligadas a 36 pessoas físicas e jurídicas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, financiamento de cultivo ilegal de maconha, tráfico e associação para o trafico de drogas e lavagem de dinheiro.

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