PF prende dois homens com mais de R$ 500 mil sob suspeita de crimes eleitorais em Rio Largo

Publicado em 03/10/2026, às 07h11
Divulgação/PF
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por Pedro Acioli*

Publicado em 03/10/2026, às 07h11

Dois homens foram detidos pela Polícia Federal em Rio Largo, Alagoas, com mais de R$ 500 mil em espécie, no âmbito de uma investigação sobre corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro durante o período eleitoral.

Os suspeitos realizaram saques atípicos que somam cerca de R$ 750 mil, levantando suspeitas de financiamento irregular de campanhas e aliciamento de eleitores para as eleições de 2026.

Além das prisões, a PF apreendeu uma arma e materiais que podem ajudar nas investigações, enquanto continua a busca por outros envolvidos e esclarecimentos sobre a origem e uso dos recursos apreendidos.

Resumo gerado por IA

Dois homens foram presos pela Polícia Federal, nessa sexta-feira (02), com mais de R$ 500 mil em espécie, durante uma ação que investiga suspeitas de corrupção eleitoral e lavagem de capitais no município de Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió.

De acordo com a PF, o inquérito policial identificou saques atípicos em dinheiro realizados pelos suspeitos durante o período eleitoral, que totalizam cerca de R$ 750 mil. 

Os valores são investigados por possível relação com financiamento irregular de campanha e aliciamento de eleitores nas Eleições 2026. A PF não informou se os supostos autores possuem relação com algum candidato.

Ainda segundo a Polícia Federal, o dinheiro em espécie estava em posse de dois homens e uma mulher. Com um dos investigados, também foi apreendido uma arma de fogo, além de envelopes contendo cédulas de dinheiro e listas com nomes. O material será submetido à análise pericial e pode auxiliar no aprofundamento das investigações.

Os dois homens foram presos e encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal em Alagoas, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

“A Polícia Federal prossegue com as diligências para identificar todos os envolvidos e esclarecer a origem, a movimentação e a destinação dos recursos apreendidos”, informou o órgão. 

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