Polícia

Polícia diz ter fortes indícios de ligação entre mortes de tatuador e rapper

13/02/17 - 14h30 - Atualizado em 13/02/17 - 15h56
Arquivo / Reprodução

O mistério que envolve as mortes do rapper Nilton Oliveira, no dia 16 de janeiro deste ano, no Vale do Reginaldo, e do tatuador André Pedroso Moraes, no dia seguinte, na Jatiúca, e a possível ligação entre os dois crimes ainda não foram esclarecidos pela polícia.

Mas, de acordo com a delegada Rebeca Cordeiro, que acompanha os dois casos, a investigação aponta para uma relação entre as mortes, já que as vítimas se conheciam. “Ainda não há certeza, pois a população ainda tem muito medo de dizer o que sabe, mas temos fortes indícios”, explicou a delegada durante entrevista ao TNH1, nesta segunda-feira, (13).

André Pedroso Moraes foi morto dentro de seu estúdio de tatuagem enquanto atendia um de seus clientes, a tiros, por dois homens encapuzados. O tatuador de 34 anos tinha passagens pela polícia em alguns estados e atendia por nomes diferentes. No local foram encontrados diversos documentos de identidade da vítima, com nomes diferentes. “A investigação da morte de André está mais avançada que a outra”, explicou Rebeca.

Já a morte de ‘Toinho Poesia’, como era conhecido o rapper alagoano, teve requintes de crueldade. Nilton Oliveira, que tinha 21 anos, foi encontrado com golpes de arma branca e pedradas, no Vale do Reginaldo. “Muitos fatores permanecem precisando de esclarecimento no caso do rapper”, disse a delegada. “As investigações continuam até que os envolvidos nos casos sejam presos”, assegurou.