Polícia Federal faz operação contra entrada ilegal de eletrônicos no país

Publicado em 23/09/2026, às 09h02
Esquema fazia declarações falsas de suas remessas postais - Foto: Divulgação/PF
Esquema fazia declarações falsas de suas remessas postais - Foto: Divulgação/PF

Por Agência Brasil

A Polícia Federal realiza uma operação contra a entrada ilegal de produtos eletrônicos no Brasil, desarticulando um esquema que fazia declarações falsas para evitar o pagamento de impostos de importação. A ação pode impactar o comércio ilegal e aumentar a arrecadação tributária.

As investigações, apoiadas pela Receita Federal e pelos Correios, revelaram que as remessas eram declaradas como contendo itens de baixo valor, enquanto na realidade transportavam eletrônicos de alto valor. Isso levanta preocupações sobre a fiscalização e controle de importações no país.

Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Rio de Janeiro, com o objetivo de coletar provas e identificar outros envolvidos no esquema. Os investigados podem enfrentar acusações de descaminho, com penas de até quatro anos de prisão.

Resumo gerado por IA

A Polícia Federal (PF) faz operação, nesta quarta-feira (23), contra a entrada ilegal de produtos eletrônicos no país. De acordo com a PF, o esquema fazia declarações falsas de suas remessas postais à Receita Federal, com o objetivo de não pagar o valor devido de importação dos itens.


A operação Tegmen cumpre quatro mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e estabelecimentos comerciais nos bairros da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.


As investigações, que contaram com o apoio da Receita Federal e dos Correios, constataram que as declarações de importação informavam que a remessa postal continha objetos de pequeno valor. No entanto, os bens transportados eram eletrônicos de valor significativamente superior ao informado.


A ação de hoje visa coletar provas relacionados à origem, aquisição, remessa, recebimento e comercialização das mercadorias. O material apreendido pode ajudar também a identificar outros possíveis envolvidos e a calcular os valores tributários que deixaram de ser pagos pelo esquema.


Os investigados poderão responder pelo crime de descaminho, que é a importação ou exportação de bens não declarados ou declarados de forma errada, para evitar o pagamento de tributos. A pena pode chegar a quatro anos de reclusão.

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