A Polícia Civil de Alagoas prendeu o segundo suspeito de um triplo homicídio ocorrido durante uma festa clandestina de Réveillon na orla de Pilar, onde três homens foram mortos e duas pessoas ficaram feridas.
As vítimas foram identificadas e o crime, que aconteceu na madrugada de 1º de janeiro, gerou uma rápida mobilização das autoridades, resultando na prisão de um dos envolvidos anteriormente.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias e motivações do ataque, com a delegada Rosimeire Vieira liderando a operação que já resultou em prisões e busca pelos demais suspeitos.
A Polícia Civil de Alagoas prendeu, nesta quarta-feira (15), o segundo suspeito de envolvimento em um triplo homicídio, ocorrido na orla lagunar de Pilar, na região metropolitana de Maceió. O crime aconteceu durante uma festa clandestina de Réveillon, na madrugada do dia 1º de janeiro.
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De acordo com as investigações, iniciadas logo após o crime, as equipes conseguiram identificar os suspeitos e avançar na elucidação do caso. O homem preso era um dos alvos da operação. O outro envolvido já havia sido preso anteriormente pelo mesmo segmento da Delegacia de Homicídios e permanece no sistema prisional.
Na ocasião, três pessoas foram mortas por disparos de arma de fogo. As vítimas foram identificadas como Alisson Alves dos Santos, Anderson Cavalcante da Silva e Rodrigo da Silva Oliveira. Outras duas pessoas também foram baleadas e socorridas ao Hospital Geral do Estado (HGE).
A Polícia Civil informou que segue com as investigações para esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime. A ação de hoje foi realizada por equipes do 10º Segmento da Delegacia de Homicídios da Capital, sob coordenação da delegada Rosimeire Vieira, e contou com apoio da Coordenação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O caso
Um ataque a tiros, na madrugada do feriado de Ano-Novo, deixou três homens mortos e outras duas pessoas feridas na orla lagunar de Pilar, na Região Metropolitana de Maceió.
De acordo com relatos repassados à Polícia Militar, uma festa clandestina teria começado por volta das 3h30, reunindo centenas de pessoas e paredões de som. Os disparos aconteceram pouco mais de uma hora depois, por volta das 4h50. Após o crime, os autores fugiram e, até o momento, não foram identificados nem localizados.
As três vítimas morreram ainda no local. Elas apresentavam perfurações no tórax, nas costas e na nuca. Os outros dois feridos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Geral do Estado (HGE).
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