Oito pessoas morreram na queda de um helicóptero Airbus H130 na província de Kalimantan, Indonésia, após a aeronave perder contato com o controle aéreo logo após a decolagem de uma plantação em Melawi.
As vítimas incluem seis passageiros e dois tripulantes, cujas identidades não foram divulgadas, exceto pelos nomes do piloto e copiloto, que foram confirmados pelas autoridades locais.
Equipes de resgate enfrentam dificuldades devido ao terreno acidentado e à baixa visibilidade, suspendendo temporariamente as buscas, enquanto uma força-tarefa composta por militares e voluntários tenta acessar a área dos destroços.
Oito pessoas morreram na queda de um helicóptero em uma área montanhosa na província de Kalimantan, na Indonésia.
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A aeronave perdeu contato com o comanda aéreo na manhã de ontem. O helicóptero, modelo Airbus H130, decolou de uma plantação em Melawi e desapareceu dos radares pouco tempo depois.
As vítimas são seis passageiros e dois tripulantes. As identidades dos passageiros seguem sob sigilo, mas as autoridades locais confirmaram as mortes do piloto Marindra W. e do copiloto Harun Arasyd.
O local da queda fica em uma floresta densa. "O local da queda, ou da perda de contato, fica em uma área densamente florestada com terreno íngreme e montanhoso", afirma Mohammad Syafii, chefe da agência de resgate.
Equipes de busca localizaram destroços da aeronave. Peças que parecem ser da cauda do helicóptero apareceram a cerca de três quilômetros do ponto de falha de comunicação.
As causas do acidente ainda são desconhecidas e serão investigadas. A aeronave pertencia à empresa Matthew Air Nusantara e passava por terras da produtora de óleo de palma Citra Mahkota.
O resgate dos corpos parou durante a noite. O terreno acidentado e a baixa visibilidade forçaram a suspensão dos trabalhos de buscas na região de Sekadau.
A polícia confirmou a dificuldade de acesso. "A equipe chegou ao local da queda. Contudo, devido à escuridão e ao terreno íngreme, a evacuação não será possível esta noite", diz Sugiyanto, oficial da Polícia.
Uma força-tarefa atua no local. Militares, policiais, bombeiros, guardas florestais e voluntários tentam acessar a área dos destroços por via terrestre.
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