Operação contra venda irregular de celulares é deflagrada em Alagoas e outros sete estados

Publicado em 17/09/2026, às 10h27
Divulgação/PF
Divulgação/PF

Por Ascom Receita Federal

A segunda fase da Operação Última Chamada foi iniciada em Alagoas e mais sete estados, com foco na fiscalização da venda irregular de celulares, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com a Receita Federal.

A operação mobilizou 67 servidores da Receita Federal para fiscalizar 72 pontos de venda, visando combater a concorrência desleal e proteger comerciantes que atuam legalmente, além de identificar produtos que entraram no país de forma irregular.

Dando continuidade à primeira fase realizada em agosto, a operação já resultou na recuperação de quase 10 mil celulares e na prisão de 396 pessoas, com ações que promovem a integração entre órgãos federais e forças de segurança.

Resumo gerado por IA

A segunda fase da Operação Última Chamada foi deflagrada em Alagoas e outros sete estados nessa quarta-feira (16), sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e com participação da Receita Federal. A ação integrada tem caráter permanente e é voltada ao enfrentamento de irregularidades relacionadas à comercialização de aparelhos celulares.

A Receita Federal atuou nos oito estados, com 67 servidores mobilizados para a fiscalização de 72 pontos de venda. As ações ocorrem em Alagoas, Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Acre.

Em Alagoas, quatro servidores participam da fiscalização de cinco alvos. Já no território potiguar, oito servidores atuam em 21 alvos. O resultado da ação ainda não foi divulgado.

Objetivo

O foco desta segunda fase está na fiscalização de estabelecimentos que comercializam celulares de forma irregular, incluindo aparelhos relacionados a crimes e produtos com irregularidades de origem ou pendências junto à Receita Federal, às Receitas Estaduais e aos órgãos de defesa do consumidor.

A atuação da Receita Federal também busca identificar outros produtos que tenham ingressado irregularmente no País, como celulares sem importação regular e dispositivos clandestinos de transmissão de canais fechados, conhecidos como TV Box. O trabalho contribui para o combate à concorrência desleal e para a proteção dos comerciantes que atuam dentro da legalidade.

A operação

A segunda fase dá continuidade à primeira edição da Operação Última Chamada, realizada em agosto. Em dez dias de ações, foram recuperados 9.989 celulares, efetuadas 396 prisões em flagrante e fiscalizados 601 estabelecimentos comerciais. Também foram enviadas 51.604 notificações a pessoas que estavam em posse de aparelhos identificados como objetos de crime.

Coordenada pelo MJSP, a Operação Última Chamada promove a integração entre órgãos federais e forças de segurança para fortalecer a fiscalização e combater a cadeia de comercialização irregular de aparelhos celulares.

Gostou? Compartilhe