Albino Santos de Lima, conhecido como o 'serial killer' de Alagoas, será julgado pelo assassinato de Mikaele Leite da Silva, ocorrido em Maceió, motivado pela recusa da vítima em reatar o relacionamento com ele.
Albino, que já acumula mais de 200 anos de prisão por outros crimes, foi preso em 2024 e sua condenação mais recente foi de 29 anos por matar José Ilso Siqueira Filho, com o intuito de se aproximar da companheira da vítima.
O Ministério Público de Alagoas atuará no julgamento, onde Albino responde por homicídio com recurso que dificultou a defesa da vítima, e o réu costuma negar a autoria dos crimes durante as sessões do Tribunal do Júri.
Albino Santos de Lima, conhecido como o “serial killer de Maceió", será julgado nesta quarta-feira (7) por mais um assassinado. Desta vez ele senta no banco dos réus pelo assassinato de Mikaele Leite da Silva, morta no bairro do Vergel do Lago, em Maceió. Segundo a acusação, o crime teria sido motivado pela recusa da mulher em reatar o relacionamento com ele.
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De acordo com o processo, Albino teria surpreendido Mikaele pelas costas, impedindo que ela se defendesse. O assassinato aconteceu nas proximidades da Padaria do Tenório, no conjunto Joaquim Leão, na parte baixa da capital alagoana.
O Ministério Público de Alagoas (MPAL) vai atuar no julgamento, representado pela promotora de Justiça Adilza de Freitas. Albino responde pela acusação de homicídio com recurso que dificultou a defesa da vítima.
Mais de 200 anos de prisão
Preso em 2024, Albino já foi condenado em outros julgamentos e acumula penas que ultrapassam 200 anos de prisão, segundo o Ministério Público. A condenação mais recente citada pelo órgão ocorreu em 15 de maio deste ano, quando ele recebeu uma pena de 29 anos e um dia pela morte de José Ilso Siqueira Filho, de 24 anos.
Nesse caso, a acusação apontou que Albino matou José Ilso após desenvolver interesse pela companheira dele. O assassinato teria sido cometido para que o réu pudesse se aproximar da mulher.
O MPAL também afirma que os crimes atribuídos a Albino eram planejados. Segundo o órgão, foram encontradas pastas com informações sobre vítimas e datas previstas para as execuções.
O julgamento de Mikaele será mais uma etapa dos processos criminais contra Albino, que, segundo o Ministério Público, costuma negar a autoria dos assassinatos durante as sessões do Tribunal do Júri.
*Estagiária sob supervisão.
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