O ministro Dias Toffoli, do TSE, suspendeu a campanha de Renan Santos, do Missão, devido à divulgação de conteúdos favoráveis ao candidato por perfis irregulares, impactando sua candidatura à Presidência da República.
A suspensão inclui a proibição de propaganda eleitoral, repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates, com base na constatação de irregularidades que comprometem a legitimidade da campanha.
Toffoli já havia adiado o julgamento do registro de candidatura de Renan e a decisão também se aplica ao candidato a vice-presidente, Aroldo Medina, indicando um rigoroso controle sobre a legalidade das campanhas eleitorais.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, suspendeu a campanha de Renan Santos, do Missão, à Presidência da República. A decisão foi tomada neste domingo e foi divulgada nesta segunda (31).
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Segundo o ministro, perfis irregulares estariam divulgando conteúdos favoráveis ao candidato.
Toffoli, relator do pedido de registro de candidatura de Renan, determinou a suspensão da realização de propaganda eleitoral da chapa do Missão, de repasses do Fundo Eleitoral e do direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.
O ministro já havia adiado o julgamento do registro de candidatura de Renan durante o fim de semana.
"A constatação é suficiente para, no exercício do poder geral de cautela, determinar, de ofício, medidas necessárias para impedir a continuidade dos benefícios obtidos de forma inidônea em razão da omissão dos endereços", diz um trecho da decisão.
A decisão vale também para o candidato à vice-presidente, Aroldo Medina.
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