O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas realizará auditorias nas urnas eletrônicas nos dias 3 e 4 de setembro, como parte dos mecanismos de fiscalização e transparência para as Eleições 2026. Essas atividades são públicas e permitem a participação de representantes de partidos e entidades fiscalizadoras.
As urnas auditadas serão submetidas a dois testes: o Teste de Integridade, que compara votos digitados em cédulas de papel com os resultados das urnas, e o Teste de Integridade com Biometria, que utiliza a identificação biométrica de eleitores voluntários. Esses procedimentos visam garantir o funcionamento adequado dos equipamentos de votação.
A Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica, presidida pela juíza Luciana Josué Raposo Lima Dias, conduzirá os trabalhos com o apoio de técnicos do Tribunal. A auditoria ocorrerá simultaneamente à votação oficial, reforçando a segurança e a transparência do processo eleitoral.
O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL), através da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica (CAVE), realizará, neste sábado (3) e no domingo (4), uma série de procedimentos de conferência e auditoria das urnas eletrônicas sorteadas para as Eleições 2026. As atividades são públicas e fazem parte dos mecanismos de fiscalização e transparência do sistema eletrônico de votação.
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Na véspera da eleição, após o sorteio das urnas que serão auditadas, a CAVE realizará a conferência dos equipamentos selecionados para o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e para o Teste de Integridade com Biometria. Também serão verificadas as respectivas urnas e mídias destinadas a eventual contingência.
As urnas destinadas ao Teste de Integridade serão verificadas no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Jacarecica, enquanto os equipamentos selecionados para o Teste de Integridade com Biometria serão conferidos no Centro Universitário Afya/Unima, em Cruz das Almas.
A auditoria da votação eletrônica é pública. Representantes dos partidos políticos, coligações, federações partidárias, Ministério Público Eleitoral, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e entidades fiscalizadoras podem acompanhar os procedimentos.
A possibilidade de acompanhamento das diferentes etapas integra os mecanismos de fiscalização do sistema eletrônico de votação e permite que instituições e entidades habilitadas verifiquem diretamente a execução dos testes.
Os trabalhos serão conduzidos pela Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica do TRE/AL, presidida pela juíza Luciana Josué Raposo Lima Dias. A Comissão contará ainda com o apoio de servidoras e servidores e de técnicos da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal.
Teste de Integridade
O Teste de Integridade verifica o funcionamento das urnas eletrônicas em condições semelhantes às da votação oficial. As urnas são sorteadas na véspera da eleição e retiradas de seus locais de origem para serem submetidas à auditoria.
Durante o procedimento, os votos registrados previamente em cédulas de papel são digitados nas urnas eletrônicas e, ao final, os resultados são comparados. A finalidade é demonstrar que os votos digitados correspondem exatamente aos resultados registrados pelo equipamento.
Já o Teste de Integridade com Biometria utiliza a identificação biométrica de eleitoras e eleitores voluntários para habilitar a urna que participa da auditoria, ampliando a verificação do funcionamento dos equipamentos e dos mecanismos utilizados durante a votação.
A auditoria ocorre simultaneamente à votação oficial e integra o conjunto de procedimentos de segurança, fiscalização e transparência adotados pela Justiça Eleitoral nas Eleições 2026.
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