O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, anunciou a intenção de reduzir a abstenção de eleitores no segundo turno, que alcançou 21,08% no primeiro turno, representando 33,4 milhões de faltosos.
Esse percentual é o mais alto desde 1998 e reflete uma preocupação com a participação democrática, já que 125 milhões de eleitores compareceram às urnas de um total de 158,7 milhões aptos a votar.
Para enfrentar esse desafio, o TSE planeja intensificar e aprimorar os mecanismos de incentivo à votação, visando melhorar a taxa de comparecimento nas próximas eleições.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que pretende trabalhar para diminuir a abstenção de eleitores no segundo turno.
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De acordo com os dados do sistema de totalização de votos do TSE, o primeiro turno registrou abstenção de 21,08%, percentual equivalente a 33,4 milhões de eleitores.
“Não é o ideal uma abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para que a gente consiga diminuir esse percentual no segundo turno”, afirmou.
O primeiro turno também registrou 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de nulos.
O comparecimento de eleitores foi de 125 milhões. O eleitorado apto a votar foi de 158,7 milhões.
Marca histórica
A abstenção registrada no primeiro turno é considerada a maior desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%.
Nas eleições presidenciais de 2022, o número de eleitores faltosos foi de 20,95% na primeira etapa do pleito.
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