No ano passado, em entrevista à TV Pajuçara, o vice-governador Ronaldo Lessa (PDT) falou sobre a hipótese de ser candidato na eleição deste ano.
LEIA TAMBÉM
Disse na ocasião que o comando nacional do seu partido tinha interesse na sua candidatura à Câmara dos Deputados para ser puxador de votos e garantir pelo menos duas vagas na bancada de Alagoas.
Ponderou, entretanto, que pela sua vontade seria candidato ao Senado – “Senador foi o único mandato que não exerci”, revelou.
E não descartou concorrer ao governo do Estado, caso Paulo Dantas (MDB) renunciasse agora em abril para disputar mandato de deputado federal ou de senador e ele fosse efetivado, pela terceira vez, como titular da chefia do Palácio República dos Palmares.
Dantas resolveu ficar no governo até 31 de dezembro, Lessa chegou a anunciar que seria candidato a senador e de repente resolveu se aliar novamente ao ex-prefeito João Henrique Caldas (PSDB), de quem, pelo que se diz, será candidato a vice-governador.
Essa decisão o fez perder aliados históricos, inclusive a ex-prefeita Kátia Born, companheira política há cerca de 40 anos.
Afinal, o que levou Ronaldo Lessa, um dos expoentes da esquerda em Alagoas, a tomar atitude tão extrema, aos 77 anos de idade, já no final da sua vida pública?
Essa resposta ainda precisa ser dada, até em termos de satisfação, aos eleitores que o acompanham dos tempos de vereador, deputado estadual, prefeito de Maceió, deputado federal, vice-prefeito e governador.
LEIA MAIS
+Lidas