Veja como é o presídio onde Deolane está presa após operação contra o PCC

Publicado em 26/05/2026, às 16h27
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Por Terra

Deolane Bezerra foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista após sua prisão na Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, gerando repercussão sobre a segurança pública e o sistema penitenciário.

O presídio, inaugurado em 2011, tem capacidade para 714 detentas, mas atualmente abriga 873, resultando em uma superlotação de 22,2%, o que levanta preocupações sobre as condições de encarceramento.

Apesar da superlotação, Deolane ocupa uma cela especial destinada a advogados e tem acesso a serviços como assistência médica, educação e creche, refletindo as condições diferenciadas que algumas detentas podem ter dentro do sistema prisional.

Resumo gerado por IA

Deolane Bezerra foi transferida na última sexta-feira, 22, para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, após ser presa durante a Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).

O presídio foi inaugurado em agosto de 2011 e tem 19 mil metros quadrados de área construída para receber detentas dos regimes aberto, semiaberto e fechado.

A unidade tem capacidade para 714 detentas, mas atualmente abriga 873 mulheres, o que representa superlotação de 159 presas, ou seja, aproximadamente 22,2% acima do limite.

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Apesar da superlotação, Deolane tem direito a uma cela especial, destinada a advogados presos. Ela divide o espaço, de nove metros quadrados, com outra advogada. 

O presídio oferece assistência médica especializada, além de espaços de trabalho, educação, biblioteca e visita íntima. A estrutura também conta com padaria artesanal e setores de amamentação e creche para gestantes e lactantes.

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