Vídeo: suspeito de dopar e estuprar colega de escola chega à delegacia em Maceió

Publicado em 10/07/2026, às 17h59
Foto: Reprodução/Alan Garcia/TV Pajuçara
Foto: Reprodução/Alan Garcia/TV Pajuçara

por Theo Chaves

Publicado em 10/07/2026, às 17h59

Victor Bruno da Silva Santos, conhecido como 'Vitinho', foi preso em Maceió após ser acusado de dopar, agredir e estuprar uma colega de escola, Maria Daniela Ferreira Alves, em Coité do Nóia, o que gerou grande repercussão na sociedade alagoana.

Ele estava foragido desde dezembro de 2024 e foi detido durante uma audiência de instrução do caso no Fórum da Comarca de Taquarana, evidenciando a continuidade das investigações e a busca por justiça.

Após sua prisão, Vitinho foi levado à Delegacia Geral de Alagoas, onde se recusou a comentar sobre as acusações, enquanto a polícia segue coletando informações e evidências relacionadas ao crime.

Resumo gerado por IA

Victor Bruno da Silva Santos, conhecido como "Vitinho", foi encaminhado no fim da tarde desta sexta-feira (10) à sede da Delegacia Geral de Alagoas, em Maceió, após ser preso pela manhã de hoje. Ele é suspeito de dopar, agredir e estuprar a colega de escola Maria Daniela Ferreira Alves, em Coité do Nóia, no interior de Alagoas.

"Vitinho" estava foragido desde dezembro de 2024, e foi preso ao participar da audiência de instrução do caso, no Fórum da Comarca de Taquarana.

Um vídeo (veja mais abaixo) feito pelo repórter Alan Garcia, da TV Pajuçara/RECORD mostra o momento em que Victor chega à sede da delegacia, em Jacareccia.

Cercado por jornalistas, o jovem desceu da viatura descaracterizada da polícia sem algemas. Ao ser questionado sobre o caso, ele também preferiu não falar com a imprensa.


O CASO 

De acordo com a denúncia do Ministério Público, após participar de uma confraternização com colegas de escola, no dia 6 de dezembro de 2024, Maria Daniela, de 19 anos, teria sido  vítima de estupro depois de ser dopada e agredida por Victor Bruno da Silva Santos. 

Ainda segundo a denúncia, os abusos e agressões aconteceram em uma chácara que seria da família do acusado do crime. O jovem teria se aproveitado da amizade que tinha com a vítima para atraí-la até o local. Após consumirem bebidas alcoólicas, ele teria praticado relações sexuais sem o consentimento dela e tentado impedir que ela deixasse o local.

O MP relata que foram encontradas algumas substâncias psicoativas em exames feitos na vítima. Entre as drogas estão a prometazina, diazepam, fenitoína, haloperidol e nordiazepam. O órgão ainda detalhou que uma dessas substâncias é bastante conhecida por ser usada na pratica crimes sexuais.

Um laudo emitido pela emitido pela Secretaria Municipal de Saúde de Craíbas e anexado pelo MP na denúncia apresentada à Justiça relata que a vítima ficou com sequelas neurológicas e motoras após o crime. O laudo ainda cita que a jovem apresenta estresse pós-traumático, síndrome do pânico, ansiedade e depressão. 

Na perícia feita pela polícia, os peritos comprovaram que a vítima foi estuprada e  que ela apresenta atrasos cognitivos por causa da violência empregada na pratica do crime.

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