Estabelecido em 1997 pelo então prefeito Celso Pitta, o rodízio de veículos em São Paulo foi adotado como uma medida para controlar os congestionamentos e reduzir os níveis de poluição nos horários de pico.
A iniciativa restringe a circulação de automóveis no perímetro do Centro Expandido durante um dia da semana, de acordo com o dígito final da placa. Contudo, em determinadas ocasiões, essa restrição acaba sendo suspensa para atender a demandas excepcionais de mobilidade.
Inclusive, um exemplo recente dessa flexibilização foi anunciado pela prefeitura paulistana para os dias 9 e 10 de julho, uma vez que, no período, celebra-se um importante feriado estadual que deve garantir um descanso prolongado para muitos trabalhadores locais.
Trata-se do feriado que homenageia a Revolução Constitucionalista de 1932. Em 2026, a celebração coincide com uma quinta-feira, sendo essa uma configuração que facilitou a criação de um fim de semana estendido para muitos trabalhadores.
E para garantir que a folga seja aproveitada ao máximo, a prefeitura confirmou a suspensão do rodízio por toda a duração do recesso. Dessa forma, veículos de placas finais 7, 8, 9 e 0, que originalmente teriam restrições na quinta e na sexta-feira, poderão circular livremente pela área demarcada durante os dois dias.
Limitações na suspensão: prefeitura alerta para restrições
É importante destacar que, no dia 9, a isenção das restrições também contemplará os veículos pesados. A partir do dia 10, no entanto, a suspensão do rodízio passará a valer exclusivamente para os veículos leves.
Já o estacionamento rotativo pago (Zona Azul), por sua vez, não terá mudanças e funcionará normalmente ao longo do feriado prolongado, operando conforme as regras de sinalização vigentes em cada via.
O descumprimento do rodízio nos dias e horários obrigatórios é considerado infração média. A penalidade inclui multa no valor de R$ 130,16 e a adição de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).





