No início desta semana, o técnico Carlo Ancelotti, recebeu uma notícia terrível sobre demissão da Seleção Brasileira. Acontece que uma lenda da Amerelinha, Romário, ídolo nacional pela conquista do tetracampeonato da Copa do Mundo em 1994, pediu para que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) rasgasse o contrato com o treinador e o mandasse embora após a eliminação para a Noruega no Mundial deste ano.
Segundo o Baixinho, a campanha da seleção foi vergonhosa e, se ele fosse o presidente da CBF, assim que acabou a partida, ele iria até o vestiário e demitira o treinador, nem que fosse necessário ir para a justiça.
Em sua fala, Romário enfatizou que a derrota do Brasil, da forma que foi para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, é inaceitável. Outro ponto destacado pelo ex-centroavante é que a cobrança em cima do Ancelotti não está sendo proporcional a como seria caso o técnico da seleção fosse um brasileiro.
Ancelotti tem contrato até 2030
Antes mesmo de a Copa do Mundo de 2026 começar, a CBF renovou o contrato do treinador até 2030, período que corresponde a mais quatro anos até o próximo Mundial. Existe uma confiança muito grande entre os dirigentes da entidade em relação a evolução da seleção após ser dado mais tempo para o italiano trabalhar.
Primeiro treinador estrangeiro a dirigir a equipe de forma permanente, o italiano assumiu a missão de reorganizar o time, garantir a classificação para a Copa do Mundo de 2026 e implementar um modelo de jogo mais equilibrado entre solidez defensiva e eficiência ofensiva.
Ao longo de um pouco mais de um ano, ele promoveu mudanças na lista de convocados, resgatou jogadores experientes e abriu espaço para jovens promessas, buscando formar uma base competitiva para o futuro. Apesar das altas expectativas e da classificação para o Mundial, a campanha terminou com a eliminação nas oitavas de final, resultado que gerou críticas, mas não impediu a CBF de manter a confiança no treinador para a sequência do projeto até a Copa de 2030.





