Após o apito final da partida entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, jogo no qual a Seleção Brasileira acabou sendo eliminada da competição, Neymar falou rapidamente com o jornalista Formiga, da ge TV, e afirmou que havia acabado o seu ciclo na equipe nacional, indicando a sua aposentadoria da Amarelinha. Agora, também após o Mundial, outro craque que esteve no torneio se aposentou, mas não só de sua seleção, como também do futebol. Estamos falando do goleiro Ochoa, que fez história com a camisa do México.
Guillermo Ochoa confirmou sua aposentadoria aos 41 anos, encerrando uma carreira de 22 temporadas. O arqueiro ficou conhecido mundialmente por suas atuações em Copas do Mundo e se tornou um dos maiores símbolos da seleção mexicana nas últimas duas décadas. O defensor participou de seis edições do torneio, feito alcançado por poucos jogadores na história da competição.

Última Copa marcou despedida da seleção mexicana
A decisão de Ochoa aconteceu após sua participação no Mundial de 2026, realizado nos Estados Unidos, México e Canadá. O goleiro entrou em campo na partida contra a República Tcheca, pela fase de grupos, em sua despedida pela seleção mexicana.
Mesmo sem ser o titular durante grande parte da competição, o momento teve um significado simbólico. Ochoa recebeu o reconhecimento dos torcedores no Estádio Azteca, palco onde iniciou sua trajetória profissional pelo Club América, em 2004.
A relação com a seleção foi um dos principais fatores da carreira do goleiro. Ao longo dos anos, ele se tornou uma referência técnica e de liderança, especialmente em partidas de Copa do Mundo, torneio em que acumulou atuações marcantes.
Carreira ficou marcada por seis Mundiais
A trajetória de Ochoa nos Mundiais começou em 2006, na Alemanha, e continuou nas edições de 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Embora nem sempre tenha sido titular em todas as participações, o mexicano entrou para a história por estar presente em seis listas de convocação para a principal competição de seleções do planeta.
O momento de maior destaque internacional aconteceu principalmente na Copa de 2014, no Brasil, quando realizou uma sequência de defesas importantes contra adversários como a seleção brasileira. Em 2022, no Catar, voltou a chamar atenção ao defender um pênalti cobrado pelo atacante polonês Robert Lewandowski.
Essa regularidade transformou Ochoa em um dos jogadores mexicanos mais reconhecidos internacionalmente, além de colocá-lo entre os goleiros com maior longevidade no futebol de seleções.
Passagem internacional teve clubes em diferentes países
Além do protagonismo pela seleção, Guillermo Ochoa construiu uma carreira marcada por experiências em diferentes ligas. Depois de surgir no Club América, o goleiro atuou em grandes equipes européias, como no Málaga e Granada, da Espanha e Salernitana, da Itália, além de outros clubes importantes.
O período fora do país também contribuiu para ampliar sua experiência no futebol europeu. Apesar de não ter conquistado o mesmo nível de reconhecimento dos principais goleiros do continente, Ochoa conseguiu manter uma carreira internacional por mais de duas décadas. No total, o mexicano defendeu nove clubes e acumulou uma trajetória profissional que começou em 2004 e terminou após o Mundial de 2026.
Aposentadoria encerra ciclo de uma geração
A saída de Ochoa representa mais uma despedida de jogadores que marcaram presença no futebol mundial durante muitos anos. O goleiro fez parte de uma geração que manteve o México competitivo em diferentes Copas e se tornou uma figura associada ao desempenho da equipe em grandes torneios.
Com o fim da carreira, o mexicano deixa como principal legado a longevidade e a capacidade de permanecer relevante em alto nível mesmo com as mudanças naturais do futebol. Após 22 anos como profissional, Ochoa encerra sua história dentro dos gramados como um dos maiores nomes da história da seleção mexicana.





