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Especialistas pedem que o mundo se prepare para 3 vírus que podem gerar catástrofes em 2026

Por Clyverton da Silva
21/02/2026
Enquanto o mundo se assusta com o Vírus Nipah, cientistas têm outra preocupação

Foto ilustrativa: Pavel Danilyuk/Pexels

Diante do cenário global em 2026, três vírus emergentes desafiam a saúde pública: Oropouche, gripe aviária H5N1 e mpox. Essas ameaças se destacam pelo rápido espalhamento geográfico e potencial para crises sanitárias. O Oropouche, que tem chamado atenção no Brasil desde 2023, aumentou significativamente em casos e já alcança 16 estados.

Transmitido por pequenos mosquitos, o Oropouche provoca sintomas semelhantes aos da gripe. Desde 2023, foram registrados milhares de casos, com duas mortes confirmadas. A ausência de vacinas específicas ou tratamentos eficazes torna a situação mais crítica.

Pesquisas estão em curso para entender melhor o vírus e suas implicações na saúde pública. A Organização Mundial da Saúde (OMS) está incentivando o desenvolvimento de estratégias de controle e vacinas para conter o avanço.

Gripe Aviária H5N1

A influenza H5N1, tradicionalmente associada a aves, apresentou evoluções preocupantes. Em 2025, o Brasil confirmou casos em uma granja comercial, sinalizando sua presença em outras espécies.

A transmissão de animais para humanos, embora rara, é uma realidade e exige vigilância constante. O Instituto Butantan está desenvolvendo vacinas específicas para combater o risco de uma nova pandemia.

Mpox

Desde 2022, o mpox ampliou sua presença global, com variantes mais severas emergindo. A doença, anteriormente restrita à África, agora circula em diversas regiões, com a transmissão ocorrendo por contato próximo.

A disponibilidade de vacinas, como a JYNNEOS, contribui para o controle, mas a falta de tratamentos antivirais específicos ainda preocupa as autoridades de saúde.

Outras ameaças virais a serem observadas

Além desses vírus emergentes, doenças como sarampo e chikungunya têm ressurgido, intensificadas por baixas taxas de vacinação e condições climáticas favoráveis à disseminação de vetores.

Esses fatores reacendem discussões sobre a necessidade de monitoramento constante e cooperação internacional.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Clyverton da Silva

Clyverton da Silva

Jornalista e editor do TNH1 Variedades.

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