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Monte Everest, o pico mais alto da Terra, já esteve completamente embaixo do oceano

Por Clyverton da Silva
23/06/2026
Monte Everest, o pico mais alto da Terra, já esteve completamente embaixo do oceano

Foto: Zhou Shen/Pexels

No cenário majestoso do Himalaia, o Monte Everest se destaca como a montanha mais alta do mundo, elevando-se a 8.848 metros acima do nível do mar. No entanto, em um passado distante, esta montanha estava submersa no fundo de um antigo oceano.

Estudos geológicos confirmam que, há cerca de 450 milhões de anos, as rochas no topo do Everest eram parte do leito oceânico.

Essa descoberta foi possível graças às análises de fósseis marinhos encontrados no cume do Everest. Geólogos identificaram organismos que habitaram o oceano no Período Ordoviciano, como trilobitas e braquiópodes. Essas evidências reforçam a teoria da tectônica de placas, demonstrando a incrível transformação geológica que o Everest sofreu ao longo dos anos.

Ascensão geológica do Everest

O processo que elevou o Monte Everest começou há aproximadamente 50 milhões de anos, quando a Índia colidiu com a Ásia. Esse impacto gerou a formação do Himalaia, levantando camadas de rocha marinha.

Esta dinâmica continua até hoje, com o Everest crescendo cerca de um centímetro por ano devido à pressão constante entre as placas tectônicas.

Fósseis marinhos, como os crinóides, encontrados no Everest, são provas claras de suas origens oceânicas. Esses achados geológicos são uma janela para o passado, iluminando a história do Everest e desafiando as percepções sobre a formação dos continentes.

Impacto das placas tectônicas

Além de criar o Himalaia, a colisão das placas tectônicas também deu origem a grandes mudanças geográficas, como fossas oceânicas profundas. As forças tectônicas moldam a estrutura da Terra e continuam a influenciar a geografia global.

Em 2026, cientistas continuam a monitorar o crescimento do Everest, um fenômeno impulsionado pela pressão entre as placas tectônicas. Essa atividade contínua sublinha a complexa história geológica da Terra. 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Clyverton da Silva

Clyverton da Silva

Jornalista e editor do TNH1 Variedades.

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