TNH1
  • TNH1
  • Variedades
  • Tudo Pop
  • Contato
    • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • TNH1
  • Variedades
  • Tudo Pop
  • Contato
    • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
TNH1
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Geral

Quanto custa comer um prato feito hoje no Brasil?

Por João Carlos Gomes
13/07/2026
Quanto custa comer um prato feito hoje no Brasil?

Foto: Beatriz Haiana/Pexels

Por unir fatores como praticidade, valor nutricional elevado e excelente custo-benefício, o “prato feito” (PF) serviu, durante muitos anos, como uma excelente solução para o trabalhador que precisa comer fora de casa.

Entretanto, um levantamento recente do Núcleo de Estudos Econômicos da Faculdade do Comércio (FAC-SP) revelou que a popularidade da refeição pode estar sob ameaça, já que o preço, que é um de seus principais atributos, sofreu alterações significativas nos últimos meses.

De acordo com o relatório da instituição de ensino superior mantida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o atual preço médio do PF, que geralmente é constituído de arroz, feijão, salada e proteína, é de R$ 31,90.

As regiões Sul e Centro-Oeste registram os custos mais elevados do país, com o valor da refeição ultrapassando a marca de R$ 34. Em contrapartida, a região Norte destaca-se como a única localidade que ainda consegue manter as médias abaixo de R$ 30.

A FAC-SP ainda ressalta que a elevação dos preços não significa mais lucro para o bolso dos comerciantes, uma vez que o aumento recente reflete apenas o repasse parcial dos custos operacionais acumulados nos últimos meses, servindo como uma medida de recomposição financeira.

Justificativas para o aumento nos preços do prato feito

Como a inflação dos alimentos in natura tem registrado períodos prolongados de estabilidade, as razões para o encarecimento contínuo do prato feito permanecem pouco compreendidas por grande parte dos brasileiros.

Contudo, em entrevista ao portal CNN Brasil, o economista e coordenador técnico do Índice Prato Feito, Rodrigo Simões Galvão, elucidou o cenário ao apontar que esse fenômeno decorre diretamente de um encarecimento estrutural no setor.

Isso significa que o grande vilão do preço não é a comida no prato, mas tudo o que mantém o restaurante de portas abertas, como as despesas, impostos e salários dos funcionários, que acumulam altas e também acabam precisando ser repassadas para o consumidor final.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, fã de música e apaixonado pela profissão que, diariamente, se dedica a atualizar os leitores do TNH1.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pesquisar

Sem resultados
Ver todos os resultados

Veja mais

Homem transforma pedras montanhas estruturas

Por 30 anos, homem transforma pedras das montanhas em estruturas que chegam a 15 metros

03/11/2026
Casa modular aproxima neto avô

Casa modular de 50 m² aproxima neto do avô e permite que ele receba cuidados diários

03/11/2026
Túnel debaixo mar bilhões ligar

Túnel debaixo do mar de R$ 6,8 bilhões vai ligar duas cidades com seis faixas, ciclovia e passagem para pedestres

02/11/2026
Escada acabou especialista explica novas

“A escada acabou”: especialista explica por que as novas gerações estão mudando o mercado de trabalho

02/11/2026
Passos ativar verificação duas etapas

3 passos para ativar a verificação em duas etapas no Gov.br que poucos sabem

02/11/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

TNH1

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • TNH1
  • Variedades
  • Tudo Pop
  • Contato
    • Política de Privacidade

TNH1