Roer as unhas é um comportamento comum, especialmente em momentos de ansiedade ou estresse, afetando uma ampla faixa etária, de crianças a adultos. Conhecido como onicofagia, este hábito se manifesta em diversos contextos emocionais e geográficos, principalmente quando o cérebro busca aliviar tensões.
A onicofagia surge como um mecanismo involuntário em momentos de nervosismo ou tédio, proporcionando um alívio momentâneo. Este alívio temporário ocorre porque o cérebro associa o ato ao controle emocional.
Com frequência, roer as unhas é impulsionado por ansiedade e dificuldades de concentração. É um hábito mais prevalente do que se imagina, conforme estudos atuais indicam. Quem tem o hábito de roer as unhas é chamado de onicófago ou onicófaga.
Ciclo da ansiedade
A ação de roer as unhas é frequentemente ligada a transtornos emocionais, estando fortemente associada à ansiedade e ao estresse. Muitos recorrem a esse comportamento em busca de um alívio para tensões ou para lidar com emoções complexas.
O hábito se torna automático, ocorrendo especialmente quando surgem dificuldades emocionais ou situações estressantes no dia a dia.
Quando a onicofagia exige atenção
Embora ocasionalmente roer unhas pareça inofensivo, a prática contínua pode resultar em problemas graves para a saúde. Infecções bacterianas, feridas causadas pela prática e complicações dentárias são alguns dos riscos associados.
Se o ato começar a causar dor ou interferir nas atividades diárias, é necessário buscar ajuda.
Estratégias para reduzir a onicofagia
Superar a onicofagia demanda empenho, mas algumas estratégias comprovadamente ajudam. Manter as unhas cortadas, utilizar objetos que ocupem as mãos, e adotar técnicas de respiração são métodos eficazes.
Em situações mais complicadas, a intervenção de um psicólogo pode ser crucial para identificar gatilhos emocionais e desenvolver alternativas mais saudáveis para lidar com a ansiedade.





