Já pensou ganhar R$ 7,5 milhões sem precisar trabalhar? Uma das possibilidades para isso acontecer é se você for um técnico de futebol de um grande time no Brasil e acabar sendo demitido antes do término de seu contrato. É exatamente isso que aconteceu com Dorival Júnior após sua saída do Corinthians.
Com a quebra antecipada do contrato, o clube paulista terá que pagar aproximadamente R$ 7,5 milhões ao treinador. O valor corresponde à multa rescisória prevista em contrato, um mecanismo comum no futebol para proteger profissionais em caso de desligamento unilateral, e também a outras pendencias que o Alvinegro Paulista tinha com o profissional.
Na prática, isso significa que o técnico receberá a quantia mesmo sem continuar no cargo, uma compensação financeira pela interrupção do vínculo antes do prazo final, que iria até o fim de 2026.

Entenda como o valor foi calculado
A cifra milionária não envolve apenas o salário de Dorival, mas também toda a sua comissão técnica. O montante equivale a cerca de três meses de remuneração completa da equipe, incluindo auxiliares, preparadores e analistas.
Esse tipo de cláusula é padrão em contratos de alto nível no futebol, justamente para tentar garantir estabilidade e segurança aos profissionais.
Pagamento pode ser parcelado
Diante do impacto financeiro, o Corinthians busca negociar a forma de pagamento. A tendência é que o valor seja quitado de maneira parcelada, reduzindo a pressão imediata no caixa do clube.
A dívida foi encaminhada ao setor responsável pela reestruturação financeira da equipe, que já lida com outros compromissos relevantes.
Demissão foi motivada por sequência negativa
A saída do treinador ocorreu após uma sequência de maus resultados. O time acumulava nove jogos sem vitória, o que levou a diretoria a optar pela troca no comando técnico.
A decisão, embora esportiva, acabou gerando um impacto financeiro significativo — mais um exemplo de como mudanças no futebol podem custar caro.





