A Europa enfrenta uma escassez de querosene de aviação neste ano de 2026, resultante de tensões geopolíticas no Oriente Médio, em particular entre Estados Unidos e Irã. A interrupção do fornecimento através do Estreito de Ormuz coloca a aviação comercial europeia em risco, levando a medidas de restrição em aeroportos.
Em abril de 2026, os aeroportos iniciaram o racionamento de combustível de aviação. Estas medidas ocorrem num contexto onde cerca de 40% do querosene europeu é afetado pelo bloqueio do estreito, levando a uma crise que pode intensificar-se rapidamente.
Efeitos imediatos
A Itália foi uma das primeiras a reagir à crise. Foram implementadas restrições no abastecimento de querosene, priorizando voos essenciais, enquanto limitam outros voos.
A dependência da União Europeia de importações externas expõe o continente a aumentos nos preços dos combustíveis durante o pico do turismo de verão.
Cancelamentos generalizados de voos ameaçam o turismo europeu, com companhias aéreas como a Ryanair mencionando o aumento de tarifas para lidar com os custos adicionais. A preocupação financeira paira sobre o setor turístico, crucial para muitas economias locais.
Caminhos para a independência energética
Em resposta, governos europeus buscam alternativas energéticas para reduzir a dependência do petróleo. Na França, o investimento em veículos elétricos e em eficiência energética ilustra esses esforços.
Apesar disso, ainda se busca expandir as práticas de transição energética, para enfrentar crises como a atual.
A meta é garantir estabilidade econômica a longo prazo, protegendo mercados de flutuações internacionais e tensões geopolíticas. A eletrificação e o uso de recursos renováveis são centrais para essa estratégia.





