A destruição da Terra devido a um asteroide parece um roteiro de cinema, não é mesmo? A possibilidade já foi explorada não apenas pela ciência, mas também por previsões feitas há séculos. Um dos exemplos mais curiosos vem de uma figura pouco conhecida fora do Reino Unido: a bruxa Mother Shipton.
De acordo com o conteúdo publicado no MSN, uma das previsões atribuídas à inglesa aponta para um cenário extremo: a destruição do planeta causada por um asteroide. A profecia aparece como parte de uma série de visões atribuídas à personagem histórica e reforça a ideia de um evento cósmico capaz de encerrar a vida na Terra.
Quem foi a mulher por trás da previsão
Conhecida como Mãe Shipton, Ursula Southeil teria nascido por volta de 1488, na Inglaterra. Diferente de nomes mais populares como o astrólogo francês Nostradamus, reconhecido por suas profecias, ela não possuía formação acadêmica nem reconhecimento institucional, mas acabou se tornando uma figura recorrente no folclore britânico.
Descrita muitas vezes como uma “bruxa” ou vidente, sua imagem foi construída a partir de relatos e publicações que surgiram décadas após sua morte.
As previsões que marcaram sua história
Ao longo do tempo, diversas previsões foram associadas à Mãe Shipton. Entre elas, estão interpretações que sugerem eventos como mudanças tecnológicas, transformações sociais e até catástrofes globais.
Um dos casos mais conhecidos envolve a suposta previsão do fim do mundo no ano de 1881, que chegou a gerar medo real entre populações inglesas séculos depois.
Além disso, algumas leituras modernas tentam conectar suas frases a acontecimentos contemporâneos, como pandemias ou avanços industriais, um padrão semelhante ao que ocorre com interpretações das profecias de Nostradamus.
A previsão do asteroide e seu significado
No caso específico do asteroide, a interpretação segue a mesma lógica: uma leitura posterior de textos antigos aplicada a um risco que hoje é discutido cientificamente.
Hoje, agências espaciais acompanham milhares de asteroides próximos da Terra, mas não há confirmação de qualquer objeto com rota de colisão capaz de destruir o planeta.





