A aguardada sequência da cinebiografia Michael, centrada na figura de Michael Jackson, está em desenvolvimento acelerado pela Lionsgate, com cerca de 30% das filmagens realizadas. A produção pode abordar momentos controversos da vida do astro, incluindo as acusações de abuso sexual que marcaram sua trajetória nos anos 1990. O filme anterior, lançado em abril de 2026, cobriu até a fase da carreira solo de Jackson.
O estúdio pretende revisar aspectos não explorados anteriormente, com foco em eventos controversos da vida do cantor. Embora detalhes específicos não tenham sido divulgados, a expectativa é de que as novas revelações gerem discussões acaloradas entre o público e críticos. A produção também pretende incluir músicas e momentos marcantes que ficaram de fora da primeira obra.
Uma abordagem não linear deverá ser adotada para traçar a complexa história do artista. Essa escolha narrativa visaria proporcionar uma visão mais abrangente sobre o legado de Jackson, misturando diferentes períodos de sua vida e carreira.
Controvérsias legais
Michael Jackson enfrentou diversas dificuldades legais, incluindo um acordo em 1994 no qual teria pago cerca de 20 milhões de dólares à família de Jordie Chandler. Em 2005, foi absolvido das acusações de abuso sexual envolvendo Gavin Arvizo.
Além disso, a sequência deve revisitar as acusações feitas por Wade Robson e James Safechuck, abordadas no documentário “Deixando Neverland”. Essas alegações suscitaram debates globais, causando um impacto duradouro na percepção pública de Jackson.
A sequência da cinebiografia de Michael Jackson ainda não possui uma data de lançamento, mas continua gerando altas expectativas. Com a conclusão do filme adiantada para 2027, espera-se que a obra ofereça um retrato equilibrado e esclarecedor dos eventos que definiram as últimas décadas de vida de Michael Jackson.





