Brasileiros que moram na Bahia, precisam se preprar para o aumento no preço da conta de água. Acontece que um novo reajuste nas tarifas de abastecimento de água e esgotamento sanitário foi autorizado pela Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado (Agersa), elevando os valores cobrados pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).
O que está por trás do aumento das tarifas
O reajuste autorizado para a Embasa foi definido em 3,57%. Segundo a Agersa, o cálculo considera a inflação acumulada e a elevação de custos ligados à prestação dos serviços, como energia elétrica, produtos químicos, material hidráulico e despesas com pessoal.
Dessa forma, o reajuste busca preservar a capacidade financeira das empresas responsáveis pelo abastecimento e pelo tratamento de esgoto, permitindo a continuidade dos serviços e a realização de investimentos em infraestrutura.
Quanto a conta pode ficar mais cara
O impacto varia de acordo com o volume de consumo e a categoria do imóvel. Vale destacar que quem for beneficiário da tarifa social terá um aumento no valor mínimo, que agora será de R$ 16,28. Antes era R$ 15,72. Para quem se enquadra na categoria residencial comum, a taxa mínima passa a ser de R$ 44,77. Anteriomente o valor combrado era R$ 43,23.
Por que reajustes são frequentes no setor de saneamento
Segundo o governo e a empresa responsável pelo abastecimento, o objetivo é equilibrar duas necessidades distintas. De um lado, garantir que a população tenha acesso aos serviços de abastecimento e esgotamento sanitário. Do outro, assegurar recursos suficientes para manutenção de redes, estações de tratamento, expansão da cobertura e investimentos exigidos pelas metas nacionais de saneamento.
Vale destacar que o aumento das tarifas não afeta apenas o orçamento doméstico. Como a água é um insumo utilizado por comércios, indústrias e prestadores de serviços, reajustes também podem gerar reflexos indiretos em diferentes atividades econômicas.





