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Brasileiros estão preferindo isso no trabalho ao invés de aumento no salário

Por Matheus Chaves
12/06/2026
Trabalhadora trabalho

Imagem: Magnific (Freepik)

Será que o aumento no salário é o maior desejo dos brasileiros? Uma nova pesquisa da Randstad diz que não. Na verdade, 68% das pessoas disseram preferir crescer profissionalmente dentro da empresa. No entanto, a vantagem é mínima, pois 67% dos entrevistados na pesquisa da empresa multinacional de consultoria e soluções em Recursos Humanos também colocaram como muito importante a remuneração e os benefícios que o local onde elas trabalham consegue oferecer.

Ao todo, foram entrevistados 4.465 brasileiros empregados em algumas das 150 maiores companhias empregadoras do país. Por meio da pesquisa, também foi constatado que 43% das pessoas que saíram de seus trabalhos foram motivadas por falta de oportunidade de crescimento. Já 37% saíram devido à insatisfação salarial e 36% devido ao desequilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho.

Mulheres são as que mais priorizam o desenvolvimento profissional

De acordo com a pesquisa, 71% delas classificam as oportunidades de crescimento profissional na empresa como o ponto indispensável onde trabalham. No caso dos homens, esse aspecto também é o mais importante, porém, por uma fatia menor em comparação com as pessoas do sexo feminino. Entre eles, 64% preferem o desenvolvimento de suas carreiras ao salário.

Vale destacar ainda que 70% têm como prioridade trabalhar em uma companhia que proporcione bem-estar e flexibilidade. No caso dos homens, 59% preferem isso.

É importante ressaltar que pessoas de mais idade, nascidas a partir de meados dos anos 1946 até meados dos anos 1964, os chamados Baby Boomers, têm os salários como o principal foco. Ao todo, 76% dos entrevistados dessas idades acreditam que a remuneração é mais importante do que os outros fatores.

Geração Z

A geração Z, nascida aproximadamente entre 1997 e 2012, tem como grande preferência empresas que proporcionem uma melhor cultura organizacional, licenças e folgas. As pessoas dessa idade também costumam ter o menor índice de retenção do mercado. Somente 45% desse grupo se mostra disposto a ficar na empresa em que está até o final de 2026.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Matheus Chaves

Matheus Chaves

Jornalista e produtor de conteúdo com mais de nove anos de experiência em comunicação digital, produção editorial e jornalismo online.

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