A chegada de Carlo Ancelotti ao comando da seleção brasileira não chamou atenção apenas pelo prestígio do treinador italiano. O salário acordado com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) colocou o técnico entre os profissionais mais bem pagos do futebol mundial e reacendeu o interesse sobre a fortuna acumulada ao longo de uma carreira marcada por títulos e passagens por gigantes europeus.
Anunciado como novo comandante da Seleção, Ancelotti receberá cerca de R$ 5 milhões por mês, valor que equivale a aproximadamente R$ 60 milhões por ano. O contrato ainda prevê bônus milionários por desempenho, incluindo uma premiação em caso de conquista da Copa do Mundo de 2026.
O valor reforça o status de um dos treinadores mais vitoriosos da história do futebol. Ao longo de décadas, o italiano acumulou passagens por clubes como Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain, Bayern de Munique e Real Madrid, conquistando títulos nacionais e internacionais que ajudaram a consolidar sua posição entre os técnicos mais valorizados do esporte.
Fortuna foi construída muito antes da seleção brasileira
Embora não exista um levantamento oficial sobre seu patrimônio, estimativas publicadas por portais especializados indicam que Ancelotti possui uma fortuna superior a R$ 280 milhões. Algumas projeções apontam valores ainda maiores, próximos de R$ 310 milhões.
Grande parte desse patrimônio foi construída por meio de salários recebidos nos principais clubes do futebol europeu, além de contratos publicitários, premiações por títulos e acordos comerciais ao longo da carreira.
O contrato firmado com a CBF é válido inicialmente até a Copa do Mundo de 2026. Caso haja interesse de ambas as partes em estender o vínculo até 2030, o salário poderá receber um reajuste de 20%, alcançando cerca de R$ 6 milhões mensais.
A aposta da entidade brasileira é que a experiência do treinador ajude a recolocar o país no topo do futebol mundial.





