O avanço recente dos casos de mpox no Brasil tem reforçado a atenção das autoridades de saúde para formas de transmissão, sintomas e estratégias de controle da doença.
A transmissão da mpox ocorre principalmente por contato direto e próximo entre pessoas, especialmente com lesões na pele, secreções e fluidos corporais.
O que se sabe sobre casos de mpox no Brasil
De acordo com dados atualizados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais, o país soma 88 casos confirmados em 2026, além de dois casos prováveis e mais de 170 notificações suspeitas em investigação. Até o momento, não há registro de mortes relacionadas à infecção no território nacional.
O vírus também pode ser transmitido por objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis, além de exigir atenção em situações de contato prolongado, como entre parceiros íntimos, familiares e profissionais de saúde. A pessoa infectada pode transmitir o vírus desde o início dos sintomas até a completa cicatrização das lesões.
Entre os sintomas mais comuns, estão febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço intenso e aumento dos gânglios linfáticos. Com a progressão da doença, surgem lesões na pele, que geralmente começam como manchas ou bolhas e podem evoluir para feridas com crostas, atingindo rosto, tronco, genitais e outras partes do corpo.
Em geral, os quadros são leves ou moderados, mas podem se agravar em pessoas com imunidade comprometida, como portadores de doenças autoimunes ou idosos.
A taxa de letalidade da mpox varia conforme o contexto epidemiológico e o acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Em surtos mais graves registrados internacionalmente, estimativas indicam que até 10% dos casos podem evoluir para óbito, especialmente sem acompanhamento adequado. No Brasil, porém, não há mortes confirmadas.





