No coração do Paraná, um cenário que mais parece ter saído de um filme medieval vem atraindo multidões de turistas. Localizado em Ponta Grossa, a cerca de 100 km de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha guarda formações de arenito que se erguem como muralhas, torres e castelos de pedra, moldados pela natureza ao longo de 300 milhões de anos.
Criado em 1953 como o primeiro parque estadual do Paraná e tombado como Patrimônio Histórico e Artístico em 1966, Vila Velha é hoje uma das joias do ecoturismo brasileiro. Com 18 km², o local reúne três grandes áreas: os Arenitos, as Furnas e a Lagoa Dourada.
“Cidade de pedra” é cartão postal famoso do Paraná
Os arenitos, principais símbolos do parque, ganharam nomes curiosos de acordo com suas formas: a famosa “Taça”, cartão-postal de Vila Velha; a “Bota”; a “Esfinge”; o “Camelo” e até a “Cabeça de Índio”.

Já as Furnas são imensas crateras com até 100 metros de profundidade, preenchidas por água em parte de sua extensão, formando um espetáculo impressionante. Ligadas a elas está a Lagoa Dourada, cujo brilho ao pôr do sol dá origem ao nome.
A trilha para conhecer as formações é considerada de leve a moderada, o que torna a experiência acessível para diferentes perfis de visitantes.
O acesso ao parque se dá por meio de ingresso. Seu funcionamento vai de quarta a segunda-feira, das 9h às 15h, com permanência permitida até as 17h. Para aproveitar todos os atrativos, o ideal é chegar até 13h30.
Com paisagens naturais que lembram uma cidade de pedra escondida no interior do Brasil, Vila Velha se consolida como destino imperdível para amantes da natureza, da geologia e do turismo de aventura.





