Considerada a segunda cidade com o metro quadrado mais caro do país, Itapema, no litoral de Santa Catarina, se prepara para um dos projetos mais ambiciosos de sua história recente, o alargamento da faixa de areia da Meia Praia, uma das regiões mais valorizadas do município.
O prefeito Alexandre Xepa (PL) e o governador Jorginho Mello (PL) estão alinhados para viabilizar a obra, que promete impulsionar o turismo e ampliar a oferta de serviços na cidade, já conhecida como um refúgio de luxo para empresários e investidores.
A prefeitura confirmou que o projeto recebeu a Licença Ambiental Prévia (LAP), documento que atesta a viabilidade ambiental da intervenção. No entanto, para que as obras tenham início, é preciso ainda cumprir uma série de exigências técnicas e obter a Licença Ambiental de Instalação (LAI), etapa final do processo.
“Estamos finalizando as adequações solicitadas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) para garantir segurança jurídica e ambiental. A expectativa é que a LAI seja liberada ainda este ano, o que permitirá iniciar o processo de licitação da obra no próximo período”, afirmou Marcelo Correia, secretário de Governo e Infraestrutura.
O projeto segue o modelo de Balneário Camboriú, que também passou por alargamento da faixa de areia e viu o turismo e a valorização imobiliária dispararem. A expectativa é que Itapema siga o mesmo caminho, consolidando-se como um dos principais polos turísticos e de alto padrão do país.
Segundo o Índice FipeZap, Itapema ocupa atualmente o segundo lugar no ranking das cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil, com valor médio de R$ 13.735, ficando atrás apenas de Balneário Camboriú (R$ 14.206) e à frente de Vitória (ES), que registra R$ 12.781.
Com a ampliação da praia e o fortalecimento da infraestrutura local, Itapema reforça sua posição como destino favorito de bilionários e investidores, transformando o litoral catarinense em um dos endereços mais cobiçados do Brasil.





