Devido ao volume de chuvas observado em março, muitos brasileiros respiraram aliviados em abril após receberem um alívio na conta de luz. Entretanto, conforme previsto por meteorologistas, as tarifas mais baixas não duraram por muito tempo.
Em comunicado recente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) revelou que, por conta da redução da precipitação, usinas térmicas precisaram ser ativadas, o que acabou resultando em um aumento de tarifa já no mês de maio.
De acordo com o órgão, a bandeira amarela predominará no período, gerando um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Com isso, muitos brasileiros precisarão reavaliar seu orçamento para arcar com o pagamento.
Diante da mudança, é recomendável que consumidores adotem hábitos mais conscientes de consumo de energia para que, assim, possam evitar desperdícios e não só reduzir o impacto no orçamento, mas também contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico nacional.
Além da bandeira amarela: tarifas da conta de luz serão reajustadas por operadoras
Vale ressaltar que a mudança da bandeira tarifária não será o único impacto com o qual os brasileiros precisarão lidar na conta de luz, já que na última quarta-feira (22), a Aneel aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica.
Os aumentos, que podem ocorrer de forma anual, conforme previsto nos contratos de concessão, apresentam variações médias que vão de 5% a 15% e serão aplicados pelas seguintes distribuidoras:
- CPFL Paulista e CPFL Santa Cruz: alta média aprovada de 12,13% para São Paulo, Paraná e Minas Gerais;
- Energisa Mato Grosso: reajuste médio de 6,86%
- Energisa Mato Grosso do Sul: alta média aprovada de 12,11%;
- Neoenergia Coelba: reajuste médio de 5,85% para moradores da Bahia;
- Neoenergia Cosern: alta média de 5,40% para milhões de clientes no Rio Grande do Norte;
- Energisa Sergipe: reajuste médio de 6,86% no território;
- Enel Ceará: alta média de 5,87%.





