A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou, em 11 de maio, a apreensão de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil, em resposta à comercialização sem aprovação regulatória. A ação visou produtos sem registro como Ozempic Power, Mounjmax, Maxtwo + 3D Slim e Maxtwo Detox, fabricados por empresas não identificadas.
A medida objetiva proteger a saúde pública, já que a venda desses produtos ocorre sem restrições, principalmente pela internet e redes sociais.
A Anvisa também proibiu a fabricação, venda e uso dessas canetas emagrecedoras. A prática refletiu o aumento da busca por soluções rápidas e ilegais para emagrecimento.
Em sua nota oficial, a Anvisa alerta que os consumidores devem sempre verificar os registros oficiais dos medicamentos antes de adquiri-los.
Impacto das apreensões
Além das canetas, a Anvisa apreendeu dois lotes do medicamento injetável Mounjaro Kwikpen. Identificados como D830169 e D830169D, esses lotes eram vendidos com rotulagem em inglês e sem comprovante de origem.
A Agência Nacional concluiu que a comercialização desconsiderava as normas sanitárias brasileiras.
A crescente popularidade desses produtos, inicialmente desenvolvidos para tratamento de diabetes, teria favorecido a disseminação no mercado de alternativas não regulamentadas. Com isso, a Anvisa reforçou sua vigilância.
Crescimento do mercado ilegal
Nos últimos anos, a demanda por métodos rápidos de emagrecimento cresceu. Tal cenário originou um comércio paralelo de produtos sem eficácia comprovada.
Especialistas aconselham a busca por orientação médica antes de utilizar qualquer substância emagrecedora.
A intensificação das ações reflete o compromisso da Anvisa com a segurança e a qualidade dos produtos no mercado nacional. A expectativa é de que, ao longo de 2026, as autoridades continuem a fiscalização rigorosa.





