Viajar para o mundo encantado da Disney vai pesar ainda mais no bolso dos visitantes nos próximos anos. A empresa anunciou uma nova rodada de reajustes nos preços de ingressos, estacionamentos, experiências e serviços oferecidos nos complexos de Orlando (Flórida) e Anaheim (Califórnia), com aumentos que entram em vigor entre 2025 e 2026.
Os ajustes atingem praticamente todos os itens que compõem uma viagem ao parque, desde o ingresso básico até as atividades extras, o que deve tornar o passeio ainda mais distante para muitos brasileiros que sonham em conhecer o destino.
Ingressos mais caros em todos os parques
O sistema de preços da Disney segue o modelo dinâmico, com valores que variam de acordo com o parque e a data da visita. No Magic Kingdom, o ingresso mais barato passou de US$ 139 para US$ 149, enquanto o mais caro, cobrado em períodos de alta demanda, como o fim de ano, subiu de US$ 199 para US$ 209.
No Epcot, o tíquete mais barato aumentou de US$ 129 para US$ 139, e o mais caro, de US$ 194 para US$ 209. Já o Hollywood Studios agora cobra entre US$ 149 e US$ 204, e o Animal Kingdom manteve o valor mínimo em US$ 119, mas elevou o máximo de US$ 174 para US$ 184.
Além disso, o preço médio dos ingressos para outros dias do ano subiu cerca de US$ 5, e a Disney abriu vendas até o final de 2026.
Estacionamento e “fura-filas” também encarecem
O estacionamento nos parques de Orlando passou de US$ 30 para US$ 35 por dia para carros e motos, e de US$ 35 para US$ 40 para vans e trailers.
Os passes Lightning Lane, que permitem ao visitante evitar longas filas em atrações populares, também sofreram aumentos. No Magic Kingdom, o Multi Pass subiu de US$ 39 para US$ 45, enquanto no Animal Kingdom o valor passou de US$ 29 para US$ 35. As atrações individuais, como TRON Lightcycle Run e Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind, também tiveram reajustes de até US$ 3.
Experiências personalizadas têm novos preços
Atividades exclusivas, como a famosa Savi’s Workshop, onde os visitantes montam seu próprio sabre de luz, agora custam a partir de US$ 274, ante US$ 249 anteriormente. Outras experiências, como o Wild Africa Trek e o Disney’s Keys to the Kingdom, também ficaram até US$ 20 mais caras.
Itens de consumo dentro dos parques, como alimentos, bebidas e souvenirs, também tiveram aumento, incluindo as tradicionais orelhinhas da Minnie, um dos símbolos mais vendidos do complexo.
Aumentos também chegam à Califórnia
A Disneyland da Califórnia segue a mesma tendência. Os ingressos, que variam conforme a data, agora custam entre US$ 129 e US$ 224, dependendo do nível e da época do ano. O estacionamento padrão passou de US$ 35 para US$ 40, e a experiência de construir droids ou sabres de luz também ficou mais cara.
Com os reajustes, especialistas do setor turístico alertam que os custos totais de uma viagem à Disney podem subir até 15% em 2026, considerando hospedagem, alimentação e ingressos.
Para o público brasileiro, que já enfrenta a alta do dólar e passagens aéreas cada vez mais caras, o sonho de conhecer o universo mágico da Disney pode exigir um planejamento financeiro ainda mais rigoroso, ou, para muitos, ser adiado indefinidamente.





