Entre 26 de fevereiro e 5 de março de 2026, brasileiros que sejam estudantes do ensino médio da rede pública poderão receber um depósito de R$ 1.000 diretamente na conta, conforme o calendário divulgado pelo Ministério da Educação (MEC).
O valor faz parte do programa Pé-de-Meia, iniciativa criada para incentivar a permanência dos jovens na escola e reduzir a evasão no ensino médio.
Como funcionam os depósitos do Pé-de-Meia em 2026
O depósito de R$ 1.000 será feito para alunos que foram aprovados em cada um dos três anos do ensino médio em 2025. Além disso, quem concluiu o 3º ano no ano passado e participou dos dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 receberá um adicional de R$ 200.
Além do bônus por aprovação, o programa prevê outros repasses ao longo do ano. O principal deles é o incentivo por frequência, que soma R$ 1.800, pagos em até nove parcelas entre março e dezembro de 2026. Os valores são liberados conforme a comprovação de presença mínima de 80% nas aulas.
Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também são contemplados. Nesse caso, o incentivo total é de R$ 900, dividido em quatro parcelas ao longo do ano letivo.
Criado em 2024, o Pé-de-Meia é voltado a alunos de baixa renda, com idade entre 14 e 24 anos, matriculados na rede pública e pertencentes a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Para ter direito aos valores, o estudante precisa possuir CPF, manter frequência mínima, participar do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e concluir o ano letivo sem reprovação.
Em 2026, uma portaria do MEC ajustou o calendário de envio de dados pelas secretarias de educação, ampliando as chances de comprovação de frequência. Ao todo, somando matrícula, frequência, aprovação e Enem, o valor do benefício pode ultrapassar R$ 3.000 por ano.





