As ondas de calor estão causando sérios problemas nas escolas europeias, especialmente na França e no Reino Unido. Estruturas antigas e falta de climatização tornaram-se um grande obstáculo, levando mais de 1.100 instituições a suspenderem aulas durante os períodos de calor extremo em 2026.
A falta de modernização nos prédios escolares tem impactado negativamente estudantes e professores.
Infraestrutura inadequada e seus efeitos
Grande parte das escolas na Europa foi construída para enfrentar climas frios, com sistemas de ventilação insuficientes. Estudos indicam que muitas das salas escolares não mantêm temperaturas adequadas em dias quentes, criando um ambiente desconfortável quando as temperaturas passam dos 30ºC.
Por exemplo, somente 6% das escolas italianas possuem ar-condicionado, segundo a organização Cittadinanzattiva.
Consequências para o ambiente escolar
Durante os picos de calor, as atividades foram canceladas, afetando a rotina diária das escolas. Temperaturas elevadas nas salas de aula resultaram em mal-estar entre alunos e funcionários.
Relatos de exaustão e dificuldades de aprendizado ilustram a severidade da situação. A temperatura interna foi alvo de estudos que revelaram desconfortos térmicos em instituições que dependem exclusivamente de ventilação natural.
Medidas de mitigação
A resistência cultural à climatização e a hesitação em implementar novos sistemas de infraestrutura dificultam melhorias necessárias. Embora alternativas como áreas sombreadas e isolamento térmico sejam consideradas, a execução permanece lenta diante da urgência climática crescente.
Governos ainda relutam em adaptar estruturas, mesmo com verões cada vez mais intensos e prolongados.





