Pode parecer exagero, mas a alimentação pode ser uma aliada poderosa na preparação para o Enem e outros vestibulares. Segundo especialistas em nutrição, comer bem ajuda o corpo a funcionar corretamente e garante disposição e foco durante as longas horas de prova.
Um dos erros mais comuns é o chamado “comer emocional”. Quando o estresse e a ansiedade batem, muitos estudantes descontam nos doces. O problema é que o açúcar em excesso pode causar picos e quedas de energia, prejudicando a concentração e favorecendo o cansaço. Especialistas explicam o que realmente funciona para seu cérebro na hora das provas.
O que realmente levar para comer em provas?
Há quem sofra o efeito contrário — a falta de apetite. Para esses casos, o ideal é garantir pelo menos três refeições completas no dia, priorizando a qualidade dos alimentos.
A recomendação principal é priorizar alimentos naturais e nutritivos, como arroz, feijão, carnes, ovos, frutas e verduras, e evitar produtos ultraprocessados, ricos em conservantes e pobres em nutrientes.
A hidratação também deve começar dias antes da prova. Beber bastante água ajuda na concentração e evita mal-estar. No entanto, é importante não exagerar nos líquidos logo antes do exame, para não precisar sair da sala constantemente.
Na hora da prova, o ideal é levar lanches leves e práticos, como frutas (banana ou maçã), mix de castanhas, barrinhas de cereais e sucos naturais.
Especialistas alertam que exagerar no açúcar pode provocar o chamado “efeito rebote”, quando o corpo sente falta de glicose e o estudante fica sonolento. O chocolate é permitido, mas o mais indicado é o amargo, com menos açúcar e mais cafeína.
Após o exame, a recomendação é manter o equilíbrio: nada de compensar o estresse com fast food ou doces. Uma refeição leve e nutritiva ajuda a repor as energias e a manter o bem-estar.





