Uma história improvável, mas profundamente tocante, emocionou as redes sociais nas últimas semanas. Em Jaraguá do Sul (SC), a influenciadora digital Laís Dognini e o professor de filosofia Jackson Dognini revelaram um passado que poucos imaginavam: antes de se tornarem marido e mulher, ambos haviam dedicado anos à vida religiosa — ela em um convento de clausura, ele no seminário.
Os dois se conheceram há mais de seis anos, ainda ligados às suas vocações. Laís vivia como noviça em um Carmelo, sonhando seguir a vida consagrada, enquanto Jackson se preparava para o sacerdócio.
De votos religiosos a votos de amor
Apesar de frequentarem os mesmos ambientes missionários, nunca haviam conversado. O reencontro só aconteceu depois que Laís deixou o convento para cuidar da saúde, após ser diagnosticada com distimia, uma forma leve e crônica de depressão.
Na época, Jackson ainda era seminarista e, ao saber da saída de Laís, enviou uma mensagem dizendo que rezava por ela. O que parecia apenas um gesto de fé acabou se transformando no primeiro elo de uma nova história. As conversas, no início ocasionais, tornaram-se frequentes — cheias de partilhas, dúvidas e descobertas.
Com o tempo, Jackson também decidiu deixar o seminário, em um processo pessoal de discernimento. A amizade entre eles cresceu, e o amor, discretamente, floresceu. Em abril de 2024, começaram a namorar. Seis meses depois, ficaram noivos e, em março de 2025, subiram ao altar.
“Ele queria ser padre, eu queria ser religiosa… e Deus quis que fôssemos um do outro”, escreveu Laís em uma postagem que viralizou. Entre bênçãos e mensagens carinhosas, seguidores resumiram o sentimento geral: “Não foi uma fuga da vocação, foi um reencontro com ela.”





